Sondagem da Construção apresenta otimismo no médio e longo prazo
Texto: Redação AECweb/e-Construmarket
A sondagem mostrou que os empresários estão otimistas com relação à possibilidade de crescimento no médio e longo prazos, embora menos do que há um ano
Realizada em novembro, a 61º Sondagem Nacional da Indústria da Construção, mostrou que os empresários estão otimistas com relação à possibilidade de crescimento no médio e longo prazos, embora menos do que há um ano. Quanto ao desempenho de suas empresas e perspectivas futuras, entretanto, o levantamento promovido pelo SindusCon-SP e FGV revela que os empresários do setor seguem pessimistas.
Em relação à evolução do Programa Minha Casa, Minha Vida e aos estímulos do governo, o otimismo aumentou na mesma base de comparação. Para a sondagem foram consultadas 150 empresas. Com relação à condução da política econômica, a percepção dos empresários melhorou, mas permanece baixa. As expectativas sobre a obtenção de mão de obra qualificada melhoram, estimuladas pela percepção de que o enfraquecimento da atividade ao longo do ano facilitará o cenário para contratações desse tipo de trabalhador.
No que diz respeito às expectativas para 2015, o empresário da construção mostrou-se pessimista em relação ao crédito imobiliário. No entanto, há a percepção de que os lançamentos para média e baixa renda devem se manter proporcionalmente mais elevados como em 2014. Vale observar que o empresário está indicando a predominância desse tipo de empreendimento no mercado imobiliário, o que não representa aumento no total de lançamentos na comparação com o ano anterior. Os empresários também seguem otimistas com relação aos investimentos em novas tecnologias, embora se observe um arrefecimento após o salto das perspectivas observado em 2013.
Os indicadores sobre dificuldades financeiras e perspectiva de crédito pioraram em relação há um ano. O mesmo ocorreu com a avaliação dos empresários sobre o cenário macroeconômico, cuja percepção negativa continuou se acentuando.

