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Setor da construção civil assina convenções coletivas de trabalho

Texto: Redação AECweb/e-Construmarket

Sinduscon-SP, Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil e do Mobiliário de Campinas e Região foram algumas das empresas que assinaram

O Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) fechou acordo com o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil e do Mobiliário de Campinas e Região, com o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil e do Mobiliário de Guarulhos e Arujá e com Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil e do Mobiliário de Salto e assinaram a Convenção Coletiva de Trabalho relativa à data-base de 1º de maio.

O vice-presidente de Relações Capital-Trabalho e Responsabilidade Social do SindusCon-SP, Haruo Ishikawa, reforça que o sindicato tem se preocupado em fechar as negociações sem pressa, pensando no setor que está em crise. “Desde abril estamos conversando e em nenhum momento paramos a negociação. Estamos trabalhando com paciência por causa da situação econômica do Brasil.”

Assim como em São Paulo, vigoram novos pisos. Para os trabalhadores não qualificados (servente, contínuo, vigia, auxiliares de trabalhadores qualificados e demais trabalhadores cujas funções não demandem formação profissional), R$ 1.240,60 mensais. Trabalhadores qualificados (pedreiro, armador, carpinteiro, pintor, gesseiro e demais profissionais qualificados não relacionados), R$ 1.509,18 mensais. E trabalhadores qualificados em obras de montagem de instalações industriais, R$ 1.808,46 mensais.

Para garantir a segurança do trabalhador, as empresas ficam autorizadas a criar regulamentos internos para disciplinar a utilização do telefone celular no horário de trabalho nos canteiros de obras.

Fonte: Sinduscon-SP
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