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Segmento residencial popular contribui para queda na taxa de distratos

Texto: Redação AECweb/e-Construmarket

Estudo da Abrainc e da Fipe mostra queda na taxa de distratos em empreendimentos do Minha Casa, Minha Vida; segmento de médio e alto padrão apresenta alta

Edificação sustentável
Além do menor número de distratos, os empreendimentos do programa Minha Casa Minha Vida são maioria entre imóveis lançados e vendidos. (crédito: Bachoi/Shutterstock.com)

03/05/2017 – Empreendimentos vinculados ao programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) contribuíram para a redução das taxas de distratos, revela um levantamento realizado pela Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) e pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O segmento residencial de médio e alto padrão (MAP), porém, continua com dificuldades e registrou avanço nas quebras de contratos. Os dados divulgados em abril referem-se a resultados consolidados até fevereiro de 2017.

Os números revelam que a razão entre distratos e vendas no segmento residencial popular foi de 24% no período apurado entre março de 2016 e fevereiro de 2017. Trata-se de um recuo de 9,9 pontos percentuais em comparação com o período de 12 meses encerrado em fevereiro de 2016 (33,9%).

Já entre os residenciais de alto e médio padrão (MAP), a taxa foi de 51% nos 12 meses encerrados em fevereiro de 2017. No período anterior, encerrado em fevereiro de 2016, o valor registrado foi de 48,8%.

Considerando todos os segmentos, a relação encerrou fevereiro de 2017 em 41,6%; nesse mesmo mês, em 2016, o valor era de 42,7%.

A análise também apresenta o total de imóveis residenciais lançados e vendidos no último ano. De 69.180 unidades lançadas, os MCMV correspondem a 80,1% enquanto os MAP 19,9%. Em relação aos vendidos, as residenciais populares somam 60,8% enquanto as de alto e médio padrão ficam com 39,2% de um total de 104.718 unidades.

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