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Prefeitura de São Paulo promete mais obras

Texto: Redação AECweb/e-Construmarket

O Município de São Paulo deve ampliar em 2015 a atividade nas áreas de construção de corredores de ônibus, drenagem e piscinões, habitação popular e obras em áreas de mananciais

Com mais recursos do IPTU e autorização federal para contrair novos financiamentos, o Município de São Paulo deve ampliar em 2015 a atividade nas áreas de construção de corredores de ônibus (100 km da meta de 165 km estão em execução), drenagem e piscinões (com capacidade para 4,8 milhões de m³ de água), habitação popular (meta de 55 mil moradias) e obras em áreas de mananciais (R$ 700 milhões de um programa de R$ 5 bilhões já assegurados).

Foi o que anunciou Roberto Garib, secretário municipal de Obras e Infraestrutura de São Paulo, em 09 de dezembro, no SindusCon-SP, acompanhado de Marcos Romano, diretor de Convias (Departamento de Controle de Uso de Vias Públicas). “A intenção é elevar os investimentos a R$ 6 bilhões por ano”, disse Garib.

Os visitantes foram recebidos pelo presidente do SindusCon-SP, José Romeu Ferraz Neto, acompanhado dos vice-presidentes Haruo Ishikawa, Mauricio Bianchi e Ronaldo Cury; de Luiz Lúcio, coordenador da Comissão de Trabalho de Fundações e Estruturas do CTQ, e do conselheiro Flávio Aragão. Entre outros, também compareceu Renato Ventura, diretor executivo da Abrainc (Associação Brasileira das Incorporadoras).

Indagado sobre o fato de concessionárias responsabilizarem o órgão por atrasos nos licenciamentos requeridos para ligações de água, energia e outros, o diretor de Convias afirmou que o órgão não pretende “ser obstáculo para qualquer empreendimento imobiliário”.

Romano recomendou às construtoras que obtenham nas concessionárias o número do processo de licenciamento, para acompanhar sua tramitação em Convias. Segundo ele, o prazo para a primeira análise no órgão é de 60 dias. Ele também aconselhou que as construtoras peçam às concessionárias qual é o prazo delas para atenderem aos pedidos de ligações de água, energia e outras.

Ele também alertou que as novas autorizações para quebrar o asfalto em vias recém-recapeadas pela Prefeitura somente saem depois de um ano. E informou que parte dos procedimentos está sendo informatizada.

Cury propôs a criação de um grupo de trabalho entre SindusCon-SP, Convias e concessionárias para estudar a redução dos prazos. Ferraz Neto e Lúcio sugeriram a realização de um seminário sobre a questão. E Aragão apontou que uma solução estaria na criação de um “Poupatempo” para permissionárias, “para evitar a via crucis de o processo andar em uma concessionária para emperrar em outras”.

Fonte: Sinduscon-SP
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