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Preço de imóveis residenciais acumula alta de 9,01% em 12 meses

Texto: Redação AECweb/e-Construmarket

Conforme IGMI-R, em abril, vendas cresceram 1,78%. Imóveis novos registraram aumentos reais de preços no acumulado de 12 meses pela primeira vez desde 2015

Segundo a Abecip, todas as dez capitais analisadas pela pesquisa do IGMI-R tiveram variações positivas no valor nominal, com destaque para Curitiba (Créditos: Bronis e Drones/ Shutterstock)

25/05/2020 | 15:28 - O Índice Geral do Mercado Imobiliário Residencial (IGMI-R), medido pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), registrou crescimento de 1,78% em abril, resultado superior ao apurado no mês anterior (1,45%). O indicador acumulado em 12 meses avançou para 9,01%.

Segundo a Abecip, todas as dez capitais analisadas pela pesquisa do IGMI-R tiveram variações positivas no valor nominal, com destaque para Curitiba (+2,37%), seguida de São Paulo (+2,19%) e Goiânia (+2,18%). Em 12 meses, a liderança ficou com São Paulo (+14,18%), seguida de Goiânia (+9,79%) e Curitiba (+8,62%).

Com a queda dos preços ao consumidor e a elevação dos preços dos imóveis no primeiro quadrimestre de 2020, os imóveis novos registraram aumentos reais de preços no acumulado de 12 meses pela primeira vez desde o início da série histórica do indicador, em 2015.

Conforme análise da Abecip, “a despeito das incertezas trazidas pela pandemia às decisões econômicas, os preços dos imóveis residenciais mantiveram até aqui a tendência de aceleração verificada a partir do final de 2019, sendo a queda dos preços ao consumidor um fator importante na recomposição de valores dos imóveis em termos reais.”

A entidade completa dizendo que até o final de abril a melhora nas condições de financiamento trazida pela tendência de queda significativa nas taxas de juros aparenta compensar a redução no volume de renda disponível. Porém, indicadores como a sondagem de confiança do setor de construção trazem uma incerteza significativa para a trajetória dos preços dos imóveis residenciais nos próximos meses.

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