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Obra da linha laranja desmorona e interdita marginal Tietê em SP

Texto: Redação AECweb/e-Construmarket

Desabamento abriu uma cratera na via, mas não causou vítimas

foto da cratera na marginal tiete causada pelas obras da linha laranja do metro
As pistas foram completamente bloqueadas devido ao risco relacionado ao leito do rio, pois ainda há possibilidade de novos desabamentos (Foto: Globonews/Reprodução)

01/02/2022 | 14:09 – Na manhã desta terça-feira (1), uma parte da obra da Linha 6-Laranja do Metrô desmoronou, na região do Piqueri, na zona norte de São Paulo. O trecho se rompeu, criou uma cratera na via e foi inundado pelas águas do rio Tietê. Não houve vítimas.

A CET (Companhia de Engenharia de Tráfego) informou que o acidente aconteceu na pista local da marginal Tietê, próximo à ponte do Piqueri, no sentido Castello Branco. As pistas foram completamente bloqueadas devido ao risco relacionado ao leito do rio, uma vez que ainda podem acontecer novos desabamentos.

O perímetro foi isolado pela Secretaria de Transportes Metropolitanos, que ainda apura os fatos do ocorrido. A água invadiu o poço de ventilação da Linha Laranja do Metrô, mas ainda não se sabe o motivo do acidente.

Apesar de as ambulâncias terem chegado ao local com prontidão na parte da manhã, quando o acidente aconteceu, nenhum dos 50 funcionários no local foi atingido. Eles contam que conseguiram sair em segurança a tempo, e que apenas dois deles tiveram contato com a água do rio.

O capitão André Elias, porta-voz do Corpo de Bombeiros, contou que tudo aconteceu durante uma escavação feita pela máquina conhecida como “tatuzão”. Ela havia atingido algum meio de transporte de fluido, mas ainda não se sabe se era o próprio rio, ou uma adutora.

Foram registrados 7 quilômetros de congestionamento na parte da manhã.

As obras da Linha 6-Laranja, que ligará as estações Pátio Morro Grande à Estação São Joaquim, são fruto de uma PPP (Parceria Público-Privada), entre o Governo do Estado de São Paulo e a Concessionária Linha Universidade. A empresa administrará o metrô pelos 19 anos seguintes após a conclusão.

Atuam na linha de frente do acidente o Corpo de Bombeiros, a CET, as equipes da Polícia Científica, a perícia, a Defesa Civil e o Batalhão de Trânsito da Polícia Militar.

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