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No trimestre encerrado em janeiro, desemprego fica em 12,6%

Texto: Redação AECweb/e-Construmarket

Taxa é a maior da série histórica do IBGE, iniciada em 2012. População sem emprego cresceu 34,3% e chegou a 12,9 milhões de pessoas

24 de fevereiro de 2017 - O desemprego ficou em 12,6% no trimestre encerrado em janeiro, a maior taxa da série histórica do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatítica (IBGE), que teve início em janeiro de 2012. A taxa aumentou em relação ao mesmo trimestre de 2015, quando chegou a 9,5%, e frente ao trimestre de agosto a outubro (11,8%).

De novembro do ano passado a janeiro deste ano, a população desocupada chegou a 12,9 milhões de pessoas. O número é 7,3% maior do que o registrado no trimestre de agosto a outubro de 2016. Diante do período de novembro a janeiro do ano passado, o aumento foi ainda maior, de 34,3%.

Já a população ocupada ficou em 89,9 milhões de pessoas - quantidade praticamente igual à registrada no trimestre de agosto a outubro. No entanto, na comparação com o trimestre de novembro a janeiro, o contingente recuou 1,9%.

Do total de trabalhadores empregados, 33,9 milhões estavam no setor privado e tinham carteira de trabalho assinada - quase o mesmo número em relação ao trimestre de agosto a outubro de 2016. Na comparação com igual trimestre do ano anterior, a quantidade caiu 3,7%.

No entanto, ainda havia 10,4 milhões de pessoas empregadas no setor privado, mas sem carteira de trabalho assinada. O número cresceu 6,4% quando comparado com o contingente de um ano atrás.

No entanto, ainda havia 10,4 milhões de pessoas empregadas no setor privado, mas sem carteira de trabalho assinada. O número cresceu 6,4% quando comparado com o contingente de um ano atrás.

O número de trabalhadores domésticos foi estimado em 6,1 milhões de pessoas e não sofreu alteração em relação aos trimestre anteriores.

A quantidade de empregadores chegou a 4,2 milhões de pessoas. Não mudou em relação ao trimestre anterior, mas aumentou 8,6% sobre o período de novembro a janeiro de 2015.

Renda

De acordo com o IBGE, o rendimento dos trabalhadores chegou a R$ 2.056, sem alterações significativas em relação aos trimestres anteriores.

Quando são analisadas as categorias, o rendimento médio só aumentou para quem estava empregado no setor público. A alta foi de 3,5% em relação ao trimestre de agosto a outubro de 2016 e de 3,3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

Já quem trabalha por conta própria viu seu rendimento diminuiu 3,6% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

Fonte: G1
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