Nível de emprego na indústria da construção sobe 3,53% em 2019
Texto: Redação AECweb/e-Construmarket
Segundo o presidente do SindusCon-SP, aumento do volume de contratações em 2019 comprova o aquecimento consistente da atividade e o fim do ciclo de queda do PIB do setor

Na comparação da média de 2019 com a média do ano anterior, houve alta de 1,88%, totalizando 43.351 postos de trabalhos (Créditos: Alf Ribeiro/ Shutterstock)
28/02/2020 | 08:41 - A indústria da construção brasileira registrou, no acumulado de 2019, a abertura de 80.270 postos de trabalho, o que indica variação positiva de 3,53% no nível de emprego. O levantamento foi feito pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP), com base em dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério da Economia.
Em dezembro do ano passado, foi registrada a perda de 52.406 postos de trabalho no setor, queda de 2,18% frente ao mês anterior. Na comparação da média de 2019 com a média do ano anterior, houve alta de 1,88%, totalizando 43.351 postos de trabalhos. Ao final do ano passado, o número de trabalhadores formais na construção foi de 2.352.747.
Na comparação entre dezembro e novembro do ano passado, todos os segmentos apresentaram variação negativa, sendo as mais relevantes: Infraestrutura (-3,24%), Imobiliário (-2,77%), Preparação de terreno (-2,42%) e Outros serviços (-2,15%).
As classes de atividade que se destacaram no acumulado de 2019 foram: Obras de Instalação (+7,88%), Engenharia e Arquitetura (+7,77%), Preparação de Terreno (+5,31%) e Outros Serviços (+4,50%).
Em dezembro, as variações das cinco regiões do País frente ao mês anterior foram: Norte (-2,46%), Nordeste (-2,56%), Sudeste (-1,60%), Centro-Oeste (-3,98%), e Sul (-2,55%).
No acumulado de 2019, apenas a região Norte apresentou variação negativa (-1,05%). Já as variações positivas no ano passado foram: Sudeste (4,71%), Nordeste (3,06%), Sul (2,74%) e Centro-Oeste (2,08%).
De acordo com o presidente do SindusCon-SP, Odair Senra, o aumento do volume de contratações em 2019 “comprova o aquecimento consistente da atividade e o fim do ciclo de queda do PIB do setor”.

