menu-iconPortal AECweb

Não há perspectivas para novas contratações na faixa 1 do MCMV, diz BB

Texto: Redação AECweb/e-Construmarket

Em reunião de acompanhamento do programa, o assessor do Banco do Brasil, Eric Donatini, disse que a tendência é seguir atuando prioritariamente com SBPE e faixa 3

Presidente da Comissão de Habitação de Interesse Social (CHIS) da CBIC informou que o grupo entrou em contato com o novo ministro do Desenvolvimento Regional para liberar a verba que irá subsidiar o MCMV (Créditos: arquivo/ Prefeitura de Imperatriz-MA)

17/02/2020 | 12:03 - Durante reunião de acompanhamento do programa Minha Casa, Minha Vida, realizada na sede da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), na última quinta-feira (13), o assessor do Banco do Brasil (BB), Eric Donatini, informou que estão sendo feitos os pagamentos da faixa 1 do programa habitacional, mas ainda não há perspectivas para novas contratações nessa faixa.

Segundo Donatini, “a tendência é seguir atuando prioritariamente com SBPE [Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo] e faixa 3 em cidades com mais de 200 mil habitantes”.

Segundo o presidente da Comissão de Habitação de Interesse Social (CHIS) da CBIC, Carlos Henrique de Oliveira Passos, estas prioridades restringem o acesso ao crédito para produção em algumas regiões do País. “Temos dificuldade de concentração bancária, e o BB é parte importante para que haja um melhor equilíbrio regional. Muitos empreendedores dependem desse financiamento. O banco não pode ser excludente, tem que ser inclusivo”, disse.

O gerente de soluções do Banco do Brasil, Jeferson do Santos, firmou o compromisso de levar a demanda para a estatal a fim de analisar o caso. Ele ressaltou, ainda, que o BB ficou dois anos na atuação com pessoa jurídica, devido à revisão dos processos, e que irá trabalhar para retomar o crédito imobiliário.

Também durante a reunião, o presidente da CHIS apresentou um panorama sobre o MCMV e as expectativas para 2020. De acordo com ele, o ano começou atribulado, mas a comissão já está em contato com o novo ministro do Desenvolvimento Regional, Rogerio Marinho, para conseguir liberação da verba que irá subsidiar o programa.

Passos disse também que, no começo do ano, havia saldo de 120 milhões no Fundo de Arrendamento Residencial (FAR), o que viabilizou, por parte da Caixa Econômica Federal, o pagamento das faturas referentes a medições feitas após de 16 de dezembro de 2019.

“Há algumas ressalvas no pagamento, sim, mas acredito que a maioria das parcelas foram pagas”, completou.

x
Gostou deste conteúdo? Cadastre-se para receber gratuitamente nossos boletins: