Mercado de imóveis usados apresenta recuperação em julho, diz Secovi-SP
Texto: Redação AECweb/e-Construmarket
Conforme pesquisa, 39% das imobiliárias fecharam mais negócios de compra e venda na última quinzena em relação aos primeiros 15 dias de julho

Os bons resultados apurados em julho são reflexo da evolução das etapas de flexibilização do isolamento social na capital paulista (Créditos: ranimiro/ Shutterstock)
12/08/2020 | 09:47 - De acordo com levantamento realizado pela vice-presidência de Intermediação Imobiliária e Marketing do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), o mercado de imóveis usados da capital paulista e de cidades do interior do Estado mostrou, em julho, uma substancial recuperação.
Conforme a pesquisa, 39% das imobiliárias fecharam mais negócios de compra e venda na última quinzena em relação aos primeiros 15 dias de julho. Para base de comparação, no início do mês de abril, 71% das empresas disseram que os negócios fechados na primeira semana daquele mês tinham diminuído frente a semana anterior.
Os bons resultados apurados em julho são reflexo da evolução das etapas de flexibilização do isolamento social na capital paulista.
O levantamento do Secovi-SP também apurou outras fases da jornada de compra e venda de imóveis (atendimento a clientes, as visitas agendadas, as propostas recebidas e vendas efetivamente realizadas).
No fim de maio, 22% das imobiliárias registraram aumento no volume de atendimento, em sua maioria realizados de forma eletrônica, a clientes interessados em comprar imóveis. Com a etapa inicial da jornada de compra e venda apresentando melhora, houve um efeito em cascata nas demais fases. Nas semanas seguintes, o número de agendamento de visitas e de propostas recebidas tiveram crescimento.
Com relação ao aluguel de imóveis, a pesquisa apurou que o número de locações fechadas chegou a seu melhor resultado na metade de junho, quando 47% das imobiliárias afirmaram que o volume de novos contratos assinados cresceu em relação à semana anterior. No início do levantamento, apenas 7% das empresas afirmavam que os negócios haviam melhorado, e 67% relatavam redução no volume de locações.
(Com informações do Secovi-SP)

