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Inflação medida pelo IGP-10 desacelera em julho

Texto: Redação AECweb/e-Construmarket

Os dados foram apurados pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV)

foto de cédulas de real brasileiro
O indicador passou a acumular taxa de 9,18% no ano e 10,87% em 12 meses (Foto: rafastockbr/Shutterstock)

18/07/2022 | 13:10 – O Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10), medido pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), desacelerou em julho. O indicador registrou taxa de 0,60% no sétimo mês do ano, frente aos 0,74% do mês passado.

Assim, o indicador passa a acumular avanço de 9,18% no ano e 10,87% em 12 meses. Em julho de 2021, por sua vez, a elevação foi de 0,18%, com acumulado de 12 meses em 34,61%. Os dados foram divulgados na segunda-feira (18), com variações entre os dias 11 do mês anterior e 10 do mês de referência.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), por sua vez, aumentou 0,42% em julho. Ele mede a variação de preços de um conjunto fixo de bens e serviços, referentes às despesas habituais de famílias, com nível de renda entre 1 e 33 salários-mínimos mensais. Apesar de ter aumentado, o indicador também representa desaceleração em relação a junho, que registrou 0,72%.

Segundo o Ibre, sete das oitos classes de despesa que compõem o índice caíram. Elas são: Transportes (de 0,45% para 0,41%), Educação, Leitura e Recreação (de 3,15% para 1,52%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,84% para 0,24%), Vestuário (de 1,83% para 0,80%), Comunicação de recuo (de 0,25% para 0,79%), Despesas Diversas (de 0,66% para 0,22%) e Habitação (de 0,13% para 0,07%).

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede o atacado, também aumentou (de 0,47% para 0,57%), ao contrário do Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que foi de 3,29% em junho para 1,26% em julho.

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