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Economia afeta os setores da construção civil e imobiliário

Texto: Redação AECweb/e-Construmarket

Setores devem demandar um esforço adicional na reestruturação dos negócios

23 de junho de 2014 - Em uma pesquisa realizada pela KPMG no Brasil durante evento sobre gestão e recuperação de ativos e investimentos, que reuniu executivos de instituições financeiras, investidores e empresários, 28% apontaram que os setores imobiliário e de construção civil devem ser os mais afetados em um cenário econômico de incertezas, o que deve demandar um esforço adicional na reestruturação dos negócios, principalmente, tanto no que diz respeito à adequação da estrutura de capital para diminuição do grau de ‘alavancagem’, quanto na redução de custos.

Segundo a pesquisa, há uma possibilidade real de aumento no número de pedidos de recuperação judicial nestes setores. Ainda de acordo com o levantamento, os outros segmentos que devem ser impactados são montadoras e autopeças (24%), energia (16%) e agronegócio (13%).

"Dentre os setores identificados, o agronegócio já vem apresentando sinais de que os impactos serão representativos. Segundo dados da Unica [União das Indústrias de Cana-de-açúcar], 30 usinas de cana-de-açúcar estão em processo de recuperação judicial e pelo menos outras dez devem paralisar suas atividades. Saber o momento de buscar uma reestruturação é essencial para a sobrevivência de uma empresa", afirma o sócio da KPMG no Brasil e líder do setor de reestruturação, André Schwartzman.

Recuperação Judicial

Um dos pontos levantados na pesquisa foi o motivo do crescimento no número de pedido de recuperação judicial.

Somente no ano passado, foram 874, um recorde, maior que o registrado em 2009, momento pós-crise mundial e que gerou 670 solicitações.

Fonte: DCI

 

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