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Comércio de imóveis novos tem alta de 25% em junho, diz Abrainc

Texto: Redação AECweb/e-Construmarket

No acumulado do segundo trimestre, as vendas totalizaram 31.627 unidades. Com relação aos lançamentos, houve queda de 22,8% face a junho de 2019

Nos últimos 12 meses, 102.542 unidades foram lançadas, o que representa um declínio de 1,9% em relação aos 12 meses anteriores (Créditos: diegooliveira.08/ Shutterstock)

10/09/2020 | 17:14 - De acordo com o indicador Abrainc-Fipe, medido pela Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), 12.577 imóveis foram lançados no Brasil em junho de 2020, valor 22,8% inferior ao apurado no mesmo mês do ano passado. No segundo trimestre, os lançamentos totalizaram 17.912 unidades, recuo de 33,4% na comparação com o mesmo período de 2019.

Nos últimos 12 meses, 102.542 unidades foram lançadas, o que representa um declínio de 1,9% em relação aos 12 meses anteriores.

Com relação à venda de imóveis novos, o levantamento apurou que, em junho, 12.707 imóveis foram comercializados, crescimento de 25% frente ao mesmo mês de 2019. No acumulado do segundo trimestre, as vendas totalizaram 31.627 unidades (+10,5%, na comparação com o mesmo período do ano passado). Em 12 meses, o valor totalizou 120.599 unidades vendidas, alta de 4,6% em relação aos 12 meses anteriores.

Conforme a pesquisa, o segmento de Médio e Alto Padrão teve queda de 76,3% nos lançamentos e de 32,4% nas vendas no segundo trimestre frente ao mesmo período de 2019.

Já o segmento das faixas 2 e 3 do Programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) apresentou queda menos expressiva nos lançamentos (-20,3%) e um aumento de 32,4% nas vendas no segundo trimestre.

Considerando a representatividade majoritária de imóveis classificados como MCMV no âmbito dos indicadores da Abrainc-Fipe, a entidade concluiu que o resultado global foi amenizado pelo desempenho desses empreendimentos em cidades onde as vendas aproveitaram a oferta e as estruturas disponíveis, bem como o contexto macroeconômico favorável, marcado por queda nas taxas de juros e aumento na oferta de crédito.

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