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CBIC realiza live para discutir futuro do Minha Casa, Minha Vida

Texto: Redação AECweb/e-Construmarket

Mediado pelo presidente da entidade, José Carlos Martins, o evento teve a presença do secretário Nacional de Habitação (SNH) do MDR, Alfredo dos Santos

Durante a transmissão, Alfredo dos Santos garantiu que, em breve, Governo dará boas notícias , inclusive com mais subsídios para as Regiões Norte e Nordeste (Créditos: rafapress/ Shutterstock)

03/04/2020 | 15:00 - A Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) realizou, na última segunda-feira (30), em transmissão online, o “Diálogos CBIC”, que recebeu o secretário Nacional de Habitação (SNH) do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), Alfredo dos Santos, para discutir sobre o futuro do programa Minha Casa, Minha Vida, em meio à pandemia do novo coronavírus.

Mediado pelo presidente da entidade, José Carlos Martins, o evento teve a presença de empresários de todas as regiões do País, que puderam fazer questionamentos diretos ao secretário, além dos internautas que acompanharam o debate.

Durante a transmissão, Alfredo dos Santos garantiu que, em breve, o Governo terá boas notícias para anunciar ao setor, inclusive com mais subsídios para as Regiões Norte e Nordeste. O secretário comentou sobre as contratações de 8 mil obras de unidades habitacionais paralisadas em Santos (SP) e em Maceió (AL), dizendo que estas serão retomadas pela Caixa Econômica Federal a partir de abril até o final do mês de julho.

Ele disse também que continuam em dia os pagamentos para as 1.200 unidades, de três empreendimentos em Sergipe, construídas com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR).

Quanto às obras com recursos do Fundo de Arrendamento Residencial (FAR) que estão paralisadas, 16 mil unidades habitacionais serão retomadas na Região Norte. Uma força-tarefa composta por técnicos da SNH, Caixa e Banco do Brasil foi formada para encontrar soluções quanto às demais obras paralisadas.

Alfredo dos Santos também informou que já foi normatizado, na Caixa, o aumento do número de unidades para a Região Nordeste e o resto do país, ampliando a quantidade de unidades da faixa 1,5, para 250 unidades do empreendimento, se houver contrapartida do município.

O secretário disse, ainda, que, por enquanto, o MDR não deverá mexer na renda para a faixa 1,5, porque a ampliação gera mais gastos com subsídio. Sendo assim, para ter um ponto de equilíbrio, a pasta irá aumentar o valor do enquadramento para o Nordeste.

Para ver o debate na integra, clique aqui.

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