Casos de coronavírus em canteiros de SP voltam a ficar estáveis
Texto: Redação AECweb/e-Construmarket
Entre 15 a 21 de abril, os casos confirmados de Covid-19 passaram de 0,23% para 0,21% do número de trabalhadores. Os casos suspeitos ficaram em 0,55%

No período, foi constatada a existência de 571 obras em andamento e uma parada, com 98% do pessoal operando de maneira ativa (Créditos: Nelson Antoine/ Shutterstock)
29/04/2021 | 17:05 - A 48ª edição da pesquisa “Conhecendo as Ações das Construtoras Paulistas no Combate à Covid-19”, divulgada pelo SindusCon-SP e Seconci-SP, registrou que o número de casos confirmados de Covid-19 nos canteiros de obras do Estado de São Paulo passou de 0,23% para 0,21% do número de trabalhadores. Os casos suspeitos mantiveram-se estáveis, com 0,55%.
Esta rodada do levantamento teve a participação de 50 empresas, responsáveis por 572 obras, que totalizam 38.515 empregos diretos e terceirizados. A apuração ocorreu entre 15 a 21 de abril.
Entre as empresas pesquisadas, os casos de internação hospitalar aumentaram de 3 para 5. Registrou-se 1 óbito no interior, elevando para 7 o número de mortos entre os funcionários das construtoras desde o início da pesquisa, em maio de 2020.
No período, foi constatada a existência de 571 obras em andamento e uma parada, com 98% do pessoal operando de maneira ativa. Todas as empresas adotam medidas como aferição de temperatura corporal, higienização das mãos, orientações diárias sobre prevenção, demarcação de áreas de vivência e fornecimento de máscaras para o transporte.
Além disso, 94% fornecem máscaras para o transporte e para utilização na obra, realizam limpeza de EPIs e ferramentas e instituem horários escalonados para entrada, saída e refeições; e 88% delas realizam outras práticas para a prevenção da contaminação entre os trabalhadores e a comunidade e distribuem informativos eletrônicos de orientação.
Segundo Odair Senra, presidente do SindusCon-SP, e Haruo Ishikawa, presidente do Seconci-SP, a recomendação é que as empresas tenham muita resiliência nas medidas de proteção, diante da persistência da pandemia e da indefinição do calendário de vacinação.
“O feriado de 1º de maio e posteriormente o Dia das Mães poderão ensejar novas aglomerações em confraternizações, trajetos e residências. O risco de aumentos dos casos de contaminações e de mortes é considerável. Desde agora, é preciso motivar os trabalhadores a não baixarem a guarda nessas ocasiões”, afirmam Senra e Ishikawa.
Para participar do levantamento, os interessados devem enviar um e-mail para pesquisacovid-19@seconci-sp.org.br. A entidade entrará em contato para a inclusão da empresa na enquete, garantindo total sigilo sobre as informações.
Veja o relatório completo das cinco últimas rodadas da pesquisa.
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