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Casos de coronavírus em canteiros de SP caem pela 3ª semana seguida

Texto: Redação AECweb/e-Construmarket

Número de casos confirmados da doença passou de 0,18% para 0,12% do número de trabalhadores. Os casos suspeitos também caíram, passando de 0,39% para 0,31%

Pela nona semana consecutiva, não se registraram óbitos nas empresas pesquisadas. Um trabalhador estava em internação hospitalar (Créditos: Edson Hatakeyama/ Prefeitura de São Paulo)

30/06/2021 | 16:31 - A 57ª edição da pesquisa “Conhecendo as Ações das Construtoras Paulistas no Combate à Covid-19”, divulgada pelo SindusCon-SP e Seconci-SP, registrou que o número de casos confirmados da doença nos canteiros de obras do Estado de São Paulo passou de 0,18% para 0,12% do número de trabalhadores. Os casos suspeitos também caíram, passando de 0,39% para 0,31%.

Esta rodada do levantamento teve a participação de 50 empresas, responsáveis por 577 obras, que totalizam 38.996 empregos diretos e terceirizados. A apuração ocorreu entre 17 de junho e 23 de junho.

Pela nona semana consecutiva, não se registraram óbitos nas empresas pesquisadas. Um trabalhador estava em internação hospitalar.

No período, foi constatada a existência de 576 obras em andamento e 1 parada, com 98% do pessoal operando de maneira ativa. Todas as empresas adotam medidas como aferição de temperatura corporal, higienização das mãos, orientações diárias sobre prevenção e demarcação de áreas de vivência.

Além disso, 94% fornecem máscaras para o transporte e para utilização na obra, realizam limpeza de EPIs e ferramentas e instituem horários escalonados para entrada, saída e refeições; e 88% delas realizam outras práticas para a prevenção da contaminação entre os trabalhadores e a comunidade. A distribuição de informativos eletrônicos de orientação é prática realizada por 83% das empresas.

Odair Senra, presidente do SindusCon-SP, e Haruo Ishikawa, presidente do Seconci-SP, informam que os trabalhadores devem ser orientados a não recusarem esta ou aquela vacina quando chegar a vez deles de se imunizarem.

“Devemos esclarecê-los de que todas as vacinas disponíveis são eficazes e aprovadas pela Anvisa (Associação Nacional de Vigilância Sanitária). Não há motivo para recusar a que estiver sendo aplicada. Vacina boa é vacina no braço”, reforçam Senra e Ishikawa.

Para participar do levantamento, os interessados devem enviar um e-mail para pesquisacovid-19@seconci-sp.org.br. A entidade entrará em contato para a inclusão da empresa na enquete, garantindo total sigilo sobre as informações.

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