BRB segue tendência do mercado e reduz juros do crédito imobiliário
Texto: Redação AECweb/e-Construmarket
Taxa cobrada pelo banco passou de 7,5% ao ano + TR (Taxa Referencial) para 6,99% + TR. Valores são para o financiamento de imóveis enquadrados no SFI e SFH

Decisão anunciada pelo BRB vem logo após a Caixa Econômica Federal e os maiores bancos privados do País também terem diminuído seus juros de financiamento (Créditos: divulgação/ Administração Regional de Águas Claras-DF)
16/10/2019 | 11:46 - O Banco de Brasília (BRB) reduziu, na última segunda-feira (14), em 0,5 ponto percentual, as taxas de juros do crédito imobiliário para imóveis no âmbito do Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI) e Sistema Financeiro de Habitação (SFH). A taxa cobrada passou de 7,5% ao ano + TR (Taxa Referencial) para 6,99% + TR.
O financiamento pode ser solicitado por correntistas do banco. Para isso, o cliente precisa ter crédito mensal de salário no BRB, cartão de crédito da instituição e o aplicativo mobile banking ativo (funcionários do Governo do Distrito Federal podem acessar os valores pré-aprovados para o segmento por meio da ferramenta). O valor a ser financiado pode ser de até 80% do total da unidade residencial, e o contrato tem prazo de até 420 meses.
Com o intuito de facilitar e dar agilidade na aprovação e liberação do crédito aos seus clientes, o BRB reduziu, além das taxas, a lista de documentos necessários para a contratação do serviço e irá diminuir o prazo para a viabilização do negócio, passando de oito para cinco dias úteis.
Os clientes que optarem pelo crédito imobiliário para a compra de um imóvel já financiado pelo banco não necessitarão apresentar nenhum documento adicional. A medida vale para clientes que solicitarem o financiamento para a aquisição da unidade de construtoras conveniadas ao BRB.
A decisão anunciada pelo BRB vem logo após a Caixa Econômica Federal e os maiores bancos privados do País também terem diminuído seus juros de financiamento. A estatal reduziu sua taxa máxima de 9,75% mais Taxa Referencial (TR) para 9,50% ao ano mais TR, e a taxa mínima passou de 8,5% mais TR para 7,5% mais TR; o Itaú baixou sua taxa mínima de 8,30% ao ano mais taxa referencial (TR) para 7,45%; o Bradesco reduziu de 8,10% ao ano mais TR para 7,30%; e o Santander diminuiu de 8,50% para 7,99%.
“Estamos apostando no crescimento, na modernização dos processos e na competitividade”, ressalta o presidente do BRB, Paulo Henrique Costa.

